Gabriel Leone fala de carreira musical: 'Me deu essa coragem de transbordar e realizar'

Gabriel Leone no g1 ouviu Kaique Mattos/g1 Destaque na TV e nos cinemas, Gabriel Leone esteve no g1 Ouviu desta segunda-feira (4) e falou sobre sua estreia no u...

Gabriel Leone fala de carreira musical: 'Me deu essa coragem de transbordar e realizar'
Gabriel Leone fala de carreira musical: 'Me deu essa coragem de transbordar e realizar' (Foto: Reprodução)

Gabriel Leone no g1 ouviu Kaique Mattos/g1 Destaque na TV e nos cinemas, Gabriel Leone esteve no g1 Ouviu desta segunda-feira (4) e falou sobre sua estreia no universo musical com o álbum “Minhas Lágrimas”. No disco, Leone interpreta canções menos conhecidas de grandes nomes da MPB como “Segredo” (Djavan), como “Quem há de dizer” (Lupicínio Rodrigues), “Vento no litoral” (Renato Russo), além de “Minhas lágrimas” (Caetano Veloso), que dá nome ao projeto. "A música sempre esteve presente na minha vida, quase que simultaneamente com atuação. O canto e o instrumento viram uma ferramenta de trabalho", afirmou. "Mas sempre tive vontade de fazer um projeto meu, pessoal. Mas por conta da carreira, da vida, fui amadurecendo e deixando as coisas se organizarem. Sou aficionado por música. Coleciono discos, tenho mais de 3 mil discos em casa." "A música tem um lugar de respeito pra mim. Então não queria fazer de qualquer jeito. Queria ter a estrutura ideal. E no ano passado, me deu essa coragem de transbordar e realizar." Gabriel afirma que, apesar do ingresso na área musical, a prioridade é a atuação. “Atuar é e sempre e vai ser a prioridade. É minha profissão. Eu vivo disso, e vivo feliz disso, o que é um privilégio. ‘Minhas lágrimas’ é a realização de um sonho, amei fazer, tenho desejo de fazer mais. Mas não me pressiono no lugar de fazer turnê ou outro disco.” O cantor foi entrevistada ao vivo no g1 Ouviu, podcast e videocast de música do g1. A conversa está disponível em vídeo e em formato de podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio. Gabriel Leone conta bastidores de trabalho com Stanley Tucci em "Citadel" Já falando sobre a carreira como ator, Gabriel Leone enumerou diversos pontos de virada profissional. “Antes de ‘Verdades Secretas’, eu tinha feito ‘Malhação’. Foi meu ponto de virada pessoal. Mas minha ‘Malhação’ deu uma flopada. E ‘Malhação’, a própria Globo já absorvia os atores. A minha não rolou isso, mas eu fazia o vilão, então chamou atenção”, afirmou. "'Verdades Secretas' foi primeira virada no sentido do sucesso. Como foi sucesso de público, entrei no mapa, naquele lugar de: ‘tem um ator novo na parada. E a primeira virada artisticamente falando, foi ‘Velho Chico’. Tinha alcance maior ainda, novela das 9h, e era protagonista jovem, contracenando com grandes atores. ‘Velho Chico’ foi um acontecimento. E anos depois, o ‘Dom’. Porque foi a chegada do streaming no Brasil." Leone ainda falou sobre seu processo para preparação de cada personagem. "Não tenho um caminho único de como faço as coisas. Sempre sigo minha intuição. Gosto de estar aberto para os processos, para o novo." O ator ainda citou seu trabalho em Senna. "A responsa de fazer esse cara... Desde o falecimento dele, não houve nenhum outro brasileiro que conseguiu ter quase essa unanimidade popular. O país amar e se ver representado numa figura. Até hoje é uma relevância, um cara que insira, que se tornou quase que símbolo de ser brasileiro." "Eu sabia da responsabilidade de apresentar essa história para novas gerações. Inclusive pra mim. Eu sou de 1993, ele faleceu em 1994. Processo dos mais intensos que vivi como ator." Dora Guerra e Felipe Fernandes entrevistam Gabriel Leone no G1 Ouviu Kaique Mattos/g1 Ele ainda citou como foi impactado sobre o fato de abordar todos os lados do Ayrton. "Independentemente de estar fazendo biografia, uma série baseada na vida de alguém, a partir do momento que vai virar ficção, tem que ser bom e funcionar do jeito que é. Se você tira o nome do fulano de tal, esse filme tem que continuar a ser bom." O ator ainda afirmou que “não é simples chegar no resultado final” quando a obra é baseada em um artista que já morreu. “Tem uma família por trás.” Leone também falou sobre a possibilidade de fazer trabalhos internacionais como a série “Citadel”. “É abrir portas e possibilidades de eu trabalhar com artistas que admiro e com isso aprender muito, aprender como ator”, afirmou. Ele ainda contou os bastidores de seu encontro com o ator Stanley Tucci, que também integra a série. Sem dar spoiler, meu personagem e é meio antagonista. E ele está sob minha custódia. Então me divirto com ele. Ele está nas minhas mãos. Ele é super querido, super generoso. Mas um dia ele me perguntou: ‘Você é brasileiro mesmo, né?’. Perguntei por que e ele disse: ‘porque você gosta de tocar’. Eu ficava improvisando, pegava na careca dele, beijava...”, se diverte o ator ao relembrar a história. "O Agente Secreto" Gabriel Leone fala sobre atual força do cinema brasileiro: ‘Potência a gente tem’ Leone também falou sobre sua participação no filme "O Agente secreto". "Quando li, tive a certeza que queria fazer esse filme", afirmou ele, que se diz muito feliz por fazer parte da atual fase do cinema brasileiro. O ator afirmou que espera que seja uma crescente esse fortalecimento do cinema nacional. "Talento, possibilidade e potência a gente tem." “Não quer dizer que todo ano a gente vai ser indicado ao Oscar. E a verdade é que isso não é o mais importante.”

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