Taylor Swift registra marcas para sua voz e imagem em meio a preocupações com IA

Taylor Swift canta para fãs cariocas no Engenhão Stephanie Rodrigues/g1 Taylor Swift registrou sua própria voz e imagem para proteger sua identidade diante d...

Taylor Swift registra marcas para sua voz e imagem em meio a preocupações com IA
Taylor Swift registra marcas para sua voz e imagem em meio a preocupações com IA (Foto: Reprodução)

Taylor Swift canta para fãs cariocas no Engenhão Stephanie Rodrigues/g1 Taylor Swift registrou sua própria voz e imagem para proteger sua identidade diante dos avanços da inteligência artificial, segundo a Variety. Nesta sexta (24), a empresa da cantora registrou três marcas no escritório de patentes dos EUA. Duas seriam focadas na proteção sonora de sua voz (especificamente as saudações "Hey, it's Taylor Swift" e "Hey, it's Taylor"). Já a terceira marca registrada diz respeito a “uma fotografia de Taylor Swift segurando uma guitarra rosa com uma alça preta e vestindo um body iridescente multicolorido com botas prateadas. Ela está em um palco rosa em frente a um microfone multicolorido com luzes roxas ao fundo.” Ao registrar elementos tão específicos, a equipe de Swift busca barrar a criação de conteúdos que possam enganar o público ou lucrar indevidamente com a imagem dela. Sina de Ofélia: como uma música de IA vem sendo copiada por humanos Estratégia foi usada por ator nos EUA A estratégia de Swift segue uma tendência iniciada pelo ator Matthew McConaughey. Em 2025, o órgão de patentes americano aprovou oito registros distintos para o ator, consolidando uma nova forma de proteção para figuras públicas. Entre os itens garantidos por McConaughey, estão o registro sonoro de seu famoso bordão "Alright, alright, alright!", originado no filme "Jovens, Loucos e Rebeldes" (1993) e direitos específicos sobre outros fragmentos de áudio e vídeo. Vale dizer que o sistema de marcas registradas não foi originalmente criado para proteger a personalidade de um indivíduo, mas a tese jurídica aplicada neste caso busca ampliar as ferramentas de defesa com o avanço da IA. A ideia é que essas proteções ofereçam recursos legais adicionais e mais eficazes para combater a apropriação digital, permitindo que artistas mantenham o controle sobre sua própria identidade.

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